Cirurgia de fígado em Porto Alegre
Avaliação e tratamento cirúrgico de tumores, nódulos e outras doenças do fígado, com formação em um dos maiores centros de cirurgia hepática e transplante do mundo.
Dr. André Gorgen · Cirurgião do Aparelho Digestivo · CRM/RS 36.483 | RQE 27.880 | RQE 30.475
Doenças tratadas
Tumores primários do fígado
Hepatocarcinoma e colangiocarcinoma intra-hepático, que costumam surgir em fígados com doença crônica prévia e exigem avaliação conjunta da lesão e da função hepática.
Metástases hepáticas
Lesões que chegam ao fígado a partir de outro órgão, mais comumente do intestino grosso. Em casos selecionados, a retirada cirúrgica faz parte do tratamento com intenção curativa.
Nódulos e lesões benignas
Hemangiomas, adenomas e hiperplasia nodular focal. A maior parte não exige cirurgia, e a decisão depende do tipo da lesão, do tamanho e dos sintomas.
Cistos hepáticos
Achado frequente em exames de imagem. A maioria é simples e apenas acompanhada; alguns exigem investigação adicional ou tratamento.
Doença hepática crônica e cirrose
Avaliação de pacientes com cirrose, inclusive quanto à indicação de transplante de fígado.
Quando a cirurgia é indicada
A indicação cirúrgica nunca decorre de um exame isolado. Ela depende do diagnóstico, da extensão da doença, das condições clínicas e do que o paciente entende sobre as opções disponíveis. Em linhas gerais, a cirurgia entra em discussão nas seguintes situações:
- Quando a lesão tem características que indicam malignidade nos exames de imagem.
- Quando um nódulo benigno cresce, causa sintomas ou gera dúvida diagnóstica.
- Quando há metástase hepática passível de ressecção, dentro de um plano oncológico.
- Quando a função do fígado remanescente permite a operação com segurança — avaliação que faz parte do planejamento e pode incluir cálculo de volume hepático.
Nem todo caso é cirúrgico, e parte importante da consulta consiste exatamente em identificar quando a melhor conduta é acompanhar.
Como é o procedimento
A operação do fígado é planejada a partir da anatomia de cada paciente. O fígado é dividido em segmentos com irrigação e drenagem próprias, e a cirurgia procura retirar a lesão preservando o máximo de tecido saudável e sua vascularização.
Parte das ressecções hepáticas pode ser feita por videolaparoscopia, com incisões pequenas. Ressecções maiores ou lesões em posições desfavoráveis podem exigir a via aberta. A escolha depende do tipo e da localização da doença, não da preferência por uma técnica.
O que esperar da recuperação
A internação após uma ressecção hepática costuma ser de alguns dias e varia conforme a extensão da operação e as condições clínicas prévias. O retorno às atividades é progressivo, com orientação individual e retornos programados. Casos operados por videolaparoscopia costumam ter recuperação mais rápida que os operados por via aberta.
Formação e hospitais
Perguntas frequentes
Todo nódulo no fígado precisa de cirurgia?
Não. A maior parte dos nódulos encontrados em exames de imagem é benigna e apenas acompanhada. A conduta depende do tipo da lesão, do tamanho, dos sintomas e do contexto clínico de cada pessoa.
É possível operar o fígado por videolaparoscopia?
Sim, em parte dos casos. A via de acesso é definida pelo tipo da doença, pela localização da lesão e pelas condições do paciente.
Quanto do fígado pode ser retirado?
Depende do volume e da qualidade do tecido que permanece. O planejamento cirúrgico inclui essa avaliação, e ela é uma das etapas mais importantes da preparação.
Quais exames devo levar na primeira consulta?
Exames de imagem recentes com laudo e, se possível, as imagens em mídia ou link; exames de sangue; relatórios de médicos que já avaliaram o caso; e a lista de medicamentos em uso.
Agende sua avaliação
Traga seus exames de imagem e laboratoriais. O caso é revisado em detalhe e as opções são explicadas em linguagem clara.
Av. Cristóvão Colombo, 2948 · Sala 304 · Higienópolis · Porto Alegre/RS
Esta página tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem da avaliação individual de cada caso.
